Monitorar perda de olfato

Anosmia ou perda de olfato afeta significativamente a sua qualidade de vida. Rastrear a sua capacidade de detetar aromas específicos ajuda a monitorizar a regeneração dos neurónios olfativos.

Why track this symptom?

  • Meça a sua sensibilidade a diferentes óleos essenciais ou aromas domésticos.
  • Identifique se certos aromas regressam antes de outros.
  • Mantenha um registo a longo prazo para consultas neurológicas ou de ORL.

How Trace helps

A recuperação pode levar meses. A visualização de histórico a longo prazo do Trace é perfeita para o rastreio de perseverança, ajudando a notar melhorias subtis que de outra forma poderiam passar despercebidas no dia-a-dia.

Common causes

As causas mais comuns da perda do olfato incluem infecções virais do trato respiratório superior (especialmente a COVID-19), sinusite crônica e pólipos nasais que bloqueiam os receptores olfativos. Traumatismos cranianos podem danificar os nervos olfativos, enquanto alguns medicamentos, como certos antibióticos e anti-hipertensivos, podem afetar temporariamente o olfato. O declínio relacionado à idade e a exposição a produtos químicos tóxicos ou fumaça também podem reduzir gradualmente a função olfativa. Com menor frequência, condições neurológicas como a doença de Parkinson ou tumores cerebrais podem causar perda do olfato.

When to see a doctor

Procure atendimento médico imediato se a perda do olfato vier acompanhada de dor de cabeça intensa, confusão mental ou outros sintomas neurológicos. Consulte um médico com urgência também se a perda do olfato ocorrer após um traumatismo craniano ou exposição a substâncias tóxicas.

Frequently Asked Questions

O que devo acompanhar para a perda de olfato?

Registe se o olfato está parcial ou totalmente perdido, quando começou, qualquer doença precedente, que aromas consegue e não consegue detetar, alterações do paladar associadas, e se ocorrem cheiros distorcidos (parosmia).

Como é que o acompanhamento da perda de olfato ajuda na recuperação?

Um registo olfativo acompanha o progresso da recuperação e identifica que categorias de aromas regressam primeiro. Para perda do olfato pós-viral, estes dados ajudam o médico a decidir sobre protocolos de treino olfativo e monitorizar melhorias ao longo de meses.

Quando devo consultar um médico sobre a perda de olfato?

Consulte um médico se a perda do olfato for súbita sem constipação, durar mais de duas semanas após doença viral, for acompanhada de sintomas neurológicos, ou se se desenvolverem cheiros distorcidos. A intervenção precoce pode melhorar os resultados.

Com que frequência devo testar meu olfato ao acompanhar a recuperação?

Teste seu olfato diariamente, sempre no mesmo horário, preferencialmente usando itens domésticos consistentes, como café, baunilha ou cascas de frutas cítricas. Evite fazer o teste quando estiver com o nariz congestionado, pois isso pode gerar resultados imprecisos. Guarde os itens de teste em recipientes fechados para preservar a intensidade do aroma ao longo do tempo.

Que sinais indicam que meu olfato está melhorando?

Fique atento à ampliação gradual dos tipos de aromas que consegue detectar, mesmo que eles pareçam diferentes do que antes. Aromas doces e frutados costumam retornar primeiro, seguidos dos picantes e salgados. Observe também se surgem cheiros fantasmas ou distorcidos, pois esses podem ser sinais de regeneração nervosa.

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